Ontem, eu e mais uns quarenta e poucos colegas completamos três anos de posse e efetivo exercício na Prefeitura Municipal de Francisco Badaró/MG (1). Por uma dessas "coincidências" da vida, ontem também foi o "Dia do Trabalhador", comemorado internacionalmente. Trata-se de uma data para rememorar as lutas históricas dos trabalhadores, oportunidade na qual é possível clarear as ideias sobre nossa posição de classe, a classe trabalhadora. Curiosamente, não observei nenhuma manifestação da Administração Municipal, mas, enquanto empregador, não é de se espantar. Ademais, entre 2023 e 2024 foi estabelecido o Sindicato dos Servidores Públicos de Francisco Badaró, que está em plena atividade e tem finalidade organizativa e representativa, o qual não só não organizou nenhum movimento para a ocasião (inércia preocupante) como também sequer se manifestou sobre a data - aqui a preocupação assume patamares astronômicos (2). Nunca é cedo nem tarde demais para abandonarmos a cons...
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Vi alguém reclamar o fato de existirem feriados religiosos no Brasil, embora o país seja laico. De fato, o Brasil é um país laico e isso deve ser seguido à risca. Quem não concordar que lute para mudar a Constituição Federal. Por outro lado, afirmo categoricamente, NÃO EXISTE NENHUM feriado religioso no Brasil. Todos os feriados que existem em nosso país, sejam eles federais, estaduais, distritais ou municipais, são aprovados por suas respectivas representações legislativas. Portanto, são definições legais e pautadas pelo rigor legislativo. Observação: pouco importa a "intenção" do legislador ao criar a lei. No fim das contas, vale o texto aprovado e publicado, pouco importando as motivações dos legisladores.
A quilombolização!
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A “quilombolização” que está em curso é mais uma tratativa moral, ideologizada, para questões objetivas pouco investigadas e amplamente desconhecidas. Trata-se do extenso desconhecimento da formação política e social brasileira. Com isso, lança-se mão de política pública para reconhecimento “simbólico” extemporâneo de um passado imaginário, imaginado ao sabor dos ventos identitários, moda importada do Norte e implementada via “instituições democráticas”. Pouquíssimos são críticos a isso e se arriscam a se manifestar. Primeiro, porque são poucos os que estudam crítica e sistematicamente e, por conseguinte, estão vacinados. Segundo, porque os que não estudam crítica e sistematicamente não se veem capazes de contra-argumentar temendo serem taxados de “preconceituosos”, de “antidemocráticos” ou, pior, de “racistas”. Quem seria “contra” uma causa tão nobre, uma prática que, supostamente, visa a reconhecer e compensar uma “dívida histórica”? Uma das práticas mais nefastas do identitaris...